Terra de Hedhen

Terra de Hedhen

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

MUDANÇA

    

    O meu blog oficial não será mais o Terra de Hedhen. Com a publicação de uma nova série de fantasia (Os Guardiões de Dúnia) e o primeiro dos livros que não fazem parte de séries (Mudando os Pequenos Mundos), Senti a necessidade de criar um blog que envolvesse todo o meu universo literário, o resultado de um estudo que estou fazendo sobre o simbolismo em Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho, textos aleatórios, resenhas de livros que leio e um espaço reservado aos leitores. Como ele funciona? O leitor me manda por e-mail qualquer coisa relacionada aos meus livros: resenha, arte, textos de opiniões. Eu receberei e postarei no blog. Desde já adianto que todo o conteúdo do Terra de Hedhen foi passado para o novo blog, que se chama Universo Ficcional de Cristina Aguiar. As novidades sobre o Livro 4 da saga Os Tronos da Luz e notícias sobre novos projetos também serão divulgados por ele. Aqui vai o enderço:

https://universoficcionalca.blogspot.com/

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

CONHECENDO O MUNDO DE DÚNIA - O REINO DA LUZ

 




DEWA, O REINO DA LUZ – PARTE 1


O REINO DOS REINOS




O Reino da Luz herdou o seu nome do deus-criador de Dúnia, do qual toda a luz origina. O conhecimento e a sabedoria desse deus foram preservados em Dewa, que pairava invisível acima dos outros reinos, sendo também o primeiro reino a ser criado. Seus habitantes eram superiores a todos os outros em beleza, sabedoria, poderes e tecnologia.


OS GERBANGS




Dewa só poderia ser alcançado através de um tipo específico de portal. Os Gerbangs. Existiam cinco deles espalhados por Dúnia, cada um deles localizado em um dos cinco reinos. Sua localização só era conhecida pelos Menguasai, os Mestres da Luz, sábios enviados pelo reino da luz para instruir o povo e ajudar a manter a ordem.


O NASIHATI




Cada reino possuía um rei e uma rainha, que eram escolhidos pelo Conselho, também conhecido como Nasihati. O mais importante era o Nasihati de Badai, o Reino da Fronteira, também chamado de Nasihati Central. Este era formado por cinco sábios de cada um dos reinos que diziam responder diretamente ao Reino de Dewa e tinha influência sobre os Nasihatis dos outros reinos.


AS AHLI WARIS




Os cinco reinos consistiam em quatro reinos elementais: Udara (ar), Air Putih (água), Tanah (terra) e Api (fogo), e um reino central, Badai (fronteira). Esses reinos eram detentores de todo o conhecimento herdado diretamente de Dewa, o lendário Reino da Luz. Os quatro reinos elementais guardavam em seus templos as Ahli Waris, ou Pedras Sagradas, cuja luz vinha direto da luz do núcleo de Dúnia.


A PEDRA DA LUZ




A Pedra de Dewa foi aquela que deu origem às outras pedras, tendo sua essência ligada à das Ahli Waris elementais. A presença da pedra da luz ativará o poder contido em cada pedra de forma individual. Se a pedra da luz for destruída, tudo estará acabado, pois não há como restituir o poder das Quatro a não ser pela luz. Toda a essência e as propriedades da Pedra de Dewa foram passadas para uma pessoa. É essa pessoa que deve se responsabilizar por encontrar e guardar as pedras em um local seguro.


AS DIMENSÕES




O Reino da Luz era considerado um reino lendário pelo fato de não poder ser visto e nem facilmente alcançável. Contava-se que o seu tamanho englobava todos os reinos já citados juntos, mas que existia em um plano diferente e sua capital era conhecida como a Cidade dos Oráculos.


A REBELIÃO




O Reino da Escuridão foi formado por um grupo de sábios de Dewa, que almejaram o conhecimento supremo e o poder sobre os elementos. Eles foram expulsos do reino da Luz e formaram seu próprio reino em meio às escuras montanhas Gelap, cheias de abismos profundos, fendas e rochas traiçoeiras.


SUMBER




Os sábios de Dewa criaram Sumber, o Berço dos Walis, guardiões do santuário-alado. Sumber era um lugar de poder e também de conhecimento, construído com a junção dos elementos ordenados e em harmonia. Dentro dele, um círculo foi criado, disposto no meio de seu salão principal. Em seu interior brilhava a luz dos Walis. Esta luz era formada pela luz do núcleo de Dúnia com a essência de cada um dos poderes elementais.


A ORDEM DOS RASUL




À semelhança dos Nasihatis que operavam nos reinos de Dúnia, no Reino da Luz, em Dewa, existia a Ordem dos Rasul, que guardavam os segredos da luz escritos em livros com tinta mágica, visível apenas para aqueles que poderiam compreender. Cada representante da Ordem dos Rasul era um Mensageiro de Dewa. Existiam cinco deles, segundo o número dos reinos de Dúnia, e cada um era responsável pela parte do segredo que lhe cabia.


JOHANDA




Um dos cinco membros da Ordem dos Rasul que almejou o conhecimento do segredo que pertencia a cada um em particular. Iniciou a rebelião que levou muitos sábios a deixarem o Reino da Luz e fundou seu próprio reino em meio às Montanhas Gelap: Rasa Takut, a cidadela do medo. O seu propósito era estabelecer o Reino da Escuridão e tomar o controle de Dúnia. Na medida em que se afastou da luz de Dewa, sua aparência foi sendo transformada.

 

 

O JARDIM-SANTUÁRIO DE SHILLOH

 

ABIMAEL E CIRENE




No início, na época do nascimento de Deborah, vemos que Shilloh era um santuário em plena atividade cujas profecias eram confiáveis por ser cuidado por sacerdotes zelosos. O rei Abimael e a rainha Cirene, pais de Deborah, o visitavam constantemente em busca de conselhos e direção.

 

SIMEÃO E ANA




Quando Deborah visita Salema, fica sabendo que os avós, Simeão e Ana, estão vivos e se tornaram os guardiões de Shilloh. Para fugir da fúria de Atalia, eles se esconderam no santuário que fora abandonado e passaram a cuidar dele. Simeão cuidava do jardim e Ana do altar.

 

A ENERGIA DO SANTUÁRIO




É dito que Shilloh é um lugar evitado por Atalia por possuir muita energia proveniente do tempo das luzes, ou seja, do tempo dos Primeiros Tronos. Isso quer dizer que Shilloh era um lugar antigo e poderoso, e que o fato de ter sido esquecido o abandonado não acabou com esse poder.

 

UM JARDIM FECHADO




Os cuidados de Simeão e Ana transformaram o antigo santuário em um jardim fechado aos olhos que não o buscavam. Era um jardim bem cuidado, agradável e que exalava o perfume de várias flores. No seu centro havia um pequeno altar onde queimava a chama sagrada, atestando a presença do Pai-Criador naquele lugar.

 

UM LUGAR PROTEGIDO




Shilloh, assim como Gades, tirava sua força do esquecimento. Quanto menos se lembrassem dele, mais forte ele ficava. Isso o tornou um lugar seguro e protegido, imune às forças do mal, que abrigou Deborah quando ela fugia da magia de Atalia. Nas palavras de Deborah: Vou para o Monte das Grutas, Hulda. Preciso de um lugar tranquilo e que seja tão seguro quanto o Santuário de Shilloh, ou Gades. Pretendo ajudar Jael no nível espiritual e, como ela se encontra em Babilos, eu vou precisar estar em um lugar protegido.

 

A CHAMA SAGRADA




A chama havia sido acesa no altar de Shilloh quando a Herdeira se revelou durante o Ritual de Lapidote. A partir daí não se apagou mais. O fato de estar acesa, confirmava a presença do Pai-Criador naquele lugar, o que dava uma sensação de paz e consolo constantes.

 

O CERCO DE SALEMA




Shilloh estava localizado nas montanhas próximas ao reino de Salema. O que o tornava seguro era o fato de estar esquecido pela rainha Atalia e o séquito que a servia. Durante o cerco, os sacerdotes criam uma proteção sobre as tropas, para que estas fiquem imunes aos poderes da rainha, mas Shilloh permanece na área desprotegida, seguro apenas por seu poder.

 

CAPTURA DA HERDEIRA




É em Shilloh, na área desprotegida, que Deborah será capturada pelas forças da rainha Atalia. Isso só será possível após a chama ser apagada e a proteção ser retirada do santuário, propiciando que a lembrança do antigo lugar retorne para aqueles que o haviam esquecido.

 

PORTÕES ABERTOS




No final, Shilloh volta a ser um jardim-santuário aberto para todos e visitado por viajantes que o buscam de todas as partes de Hedhen. A chama volta a arder no altar, atraindo mais e mais aqueles que querem sentir a presença do Pai-Criador. Simeão e Ana continuam sendo os guardiões de Shilloh.

 

DAVI E EVA




O último papel de Shilloh no Livro 1 é apresentar diante do altar as vidas dos dois jovens príncipes, herdeiros dos Luminares e de uma nova profecia. Davi, filho de Jael e Héber, e Eva, filha de Deborah e Barak.

 

 

 

domingo, 3 de janeiro de 2021

A FLORESTA DE QUEDES - PARTE 1

 

BARAK, LÍDER DA FLORESTA DE QUEDES




Quedes faz sua primeira aparição com a apresentação de Barak nas Cavernas do Sal. Ele se apresenta como líder do povo da Floresta de Quedes. Um homem honrado e preocupado em buscar conselhos sábios.

 

GUERRILHAS




O povo de Quedes lutava contra as forças do exército de Hazorah no Norte, mesmo sendo poucos em face da força militar do Rei Jabim. Tudo o que haviam conseguido foi iniciar algumas guerrilhas.

 

A UNIÃO DOS CLÃS




Os clãs precisavam se unir e eles só fariam isso quando a “Herdeira” se revelasse. Havia uma tensão no ar. Os homens da Floresta andavam inquietos e inseguros, e Barak temia que todo o trabalho que havia sido realizado para a unificação dos clãs do norte tivesse sido em vão. Era uma situação de crise.

 

LIDERANÇAS





A Floresta de Quedes contava com uma liderança bem organizada, formada por Barak como principal comandante, seu pai Abinoão, e Eúde, seu melhor amigo e braço direito. Além disso, eles contavam também com o apoio espiritual de Salum, alto-sacerdote das Cavernas do Sal.

 

UM POVO FORTE E LEAL




O povo de Quedes é um povo valente e leal, organizado em tribos/clãs, conhecidos como Filhos da Floresta. Suas casas são construídas perto do rio, acima e abaixo das copas das árvores que são altas e antigas. Sua principal atividade quando não estão guerreando é a de madeireiros e caçadores.

 

EÚDE, O NOVO LÍDER




A união das tribos é conseguida em definitivo por intermédio de Deborah, a Herdeira. A partir daí, Quedes torna-se uma potência militar necessária. Com o afastamento de Barak, Eúde assume a liderança na marcha para a batalha contra Salema e seus aliados.

 

ALIANÇAS



Durante a marcha, Quedes fez uma nova aliança, desta vez com as aldeias mais afastadas dos lenhadores, compostas de homens desconfiados e soturnos que não gostavam de se misturar. Estes homens chegaram a criar problemas com os Queneus e com os Homens do Litoral, que posteriormente se uniram à marcha.

 

O JULGAMENTO DE JAEL




Quando Jael estava sendo julgada por traição, foram alguns dos homens de Quedes, das aldeias dos lenhadores, que tentaram contra a sua vida, obrigando-a a fugir e buscar refúgio entre os Queneus. Durante a sentença, porém, Quedes manteve-se fiel, recusando-se a participar da execução da Guardiã.


SANGAR




Com a volta de Barak, Quedes se une a ele na batalha contra as forças de Babilos e aliados. Quando Eúde é gravemente ferido, Sangar assume a liderança, levando o povo à vitória. Isso o faz ser escolhido como novo líder da Floresta de Quedes.

 

 

sábado, 2 de janeiro de 2021

O ALTAR DE ARIEL - LIVRO 4

 

   

    SOBRE O QUARTO LIVRO...



Os Santuários de Anatolya, terceiro livro da saga Os Tronos de Luz, foi finalizado e publicado na plataforma da Amazon em 2015. Desde então, muitos têm me questionado sobre o quarto livro, cujo título eu já adiantei que será O Altar de Ariel. Entre 2012 e 2015, período em que publiquei os três livros da saga, não se passou muito tempo de um para o outro. O motivo disso foi o fato de eu estar completamente focada na história e na divulgação de minha carreira literária. Então por que a demora para publicar o último livro da série? Vou numerar alguns motivos.

Problemas pessoais (não foram poucos);

A morte de meu pai (fato que abalou não apenas a mim, mas toda a minha família);

Durante esse período conturbado tivemos que nos mudar três vezes de endereço, o que levou a muito estresse e frustração;

Tantos problemas afetaram a minha fé (ela foi essencial para a criação da história).

Sofri um bloqueio literário que me impedia de continuar a história.

Esse bloqueio, que parecia que não ia acabar nunca, era específico para o livro que mais dependia da minha fé. Consegui, nesse intervalo, tirar outros projetos da gaveta. Publiquei primeiro Mudando os Pequenos Mundos, um livro de aventura e suspense passado em nossa época atual. Depois, trabalhei em uma trilogia de fantasia cuja história eu estava esboçando e fazendo fichas já a algum tempo: Os Guardiões de Dúnia.

Há alguns meses, após ter publicado o terceiro livro dessa trilogia, resolvi mergulhar, com bloqueio ou sem bloqueio, no tão aguardado Livro 4 da saga Os Tronos de Luz. Foi difícil começar e encontrar o ritmo dos livros anteriores. Tentei e errei muitas vezes. Não conseguia me encontrar. Até que percebi que eu havia perdido a conexão com os personagens, não conseguia mais visualizar seus rostos ou imaginar suas vozes. A partir daí comecei a buscar o que estava perdido. Encontrei. A escrita voltou a fluir como no início. Não vai ser um livro pequeno, mas vai ser épico. A minha fé mudou, amadureceu, mas continua aqui.

Quero pedir desculpas a todos que tiveram que aguardar por tanto tempo, mas quero recompensá-los agora em 2021. O início será uma capa nova, já encomendada, e que divulgarei aqui no blog. Obrigada por me apoiarem e continuarem comigo.

 

    

Gades - Parte 1

 

PARENTESCO COM OS QUENEUS



    Gades é um povo que, no seu passado longínquo, foi aparentado com os Queneus. Um lugar que ainda vive a harmonia de uma sociedade igualitária, onde um dia as mulheres se tornaram guerreiras para defender o seu lar quando os homens partiam para a guerra. Esse fato gerou um respeito mútuo entre os gêneros.


PERÍODO DE TREINAMENTO




    Foi Gades a terra escolhida para prover o treinamento das futuras Luminares Deborah e Jael, portadoras dos sinais da Lua e da Estrela. Foi lá que elas treinaram, cresceram, viveram intensamente e aprenderam sobre a Profecia que passaria a reger o seu destino quando saíssem de lá.


UMA TERRA ABENÇOADA




    Separada do mundo de fora por uma enorme ponte, o povo de Gades vive feliz e despreocupado, longe das guerras que acontecem em suas fronteiras. Era um povo especial que tinha a habilidade de enxergar no escuro, além de serem excelentes arqueiros. Era uma terra de clima agradável, cheia de campos verdes, lagos e cachoeiras, margeada por uma parte da floresta que pertencia a Quedes e que lhes servia de área de caça. Os campos eram propícios para os cavalos, que encontravam ali uma abundante pastagem.

 

CHÁ DE MENTA




    Gades tinha suas peculiaridades, como as caçadas, as festas em volta da fogueira e o famoso chá de menta, bebida preferida da Herdeira, que quando sentia o cheiro do chá perdia-se em memórias do passado. Possuía também um idioma próprio e o povo em si não era muito numeroso.

 

LUGAR DE REFÚGIO




    Muitas vezes, Gades era um refúgio mental para onde Deborah e Jael conseguiam fugir quando se sentiam desamparadas e confusas. Bastava trazer à tona as memórias vividas naquela terra que sentiam o espírito fortalecer. Era uma terra de cura e ninguém poderia sair de lá da mesma forma que entrou.


ISOLAMENTO




    O fato de o povo de Gades preferir viver isolado e longe das guerras era um problema, pois a força militar de Gades seria necessária para a vitória final, mas este era um tópico delicado de se resolver. O povo já aprendera a viver na segurança do esquecimento e temia a mudança.

 

BATISMO DE LUZ




    Sendo um dos lugares antigos de Hedhen, um poder pairava sobre aquela terra abençoada. Foi através desse poder que Deborah e Jael receberam o Batismo de Luz e se confirmaram como Luminares antes que o momento mais difícil de suas vidas chegasse.

 

 

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

A Ordem Branca - Parte 1

ORIGEM




    A Ordem Branca ou Ordem de Zelofeade (que seria o nome do sacerdote que a criou) já existia quando Deborah nasceu. Era uma Ordem fundada pelo Templo de Salema, formada principalmente para servir à Profecia e à Herdeira, com um corpo disciplinado de sacerdotisas-guerreiras portando espadas douradas e refulgentes. Estava em plena atividade e fez honras durante o funeral da Rainha Cirene, mas foi dizimada pela nova rainha Atalia, que tinha ao seu serviço um corpo militar criado para se opor à Ordem, as Amazonas de armaduras negras.


 RITUAL DE LAPIDOTE




    Vinte e três anos depois, a Ordem sobrevive em um refúgio na região montanhosa de Salema, agora em um corpo reduzido de apenas cinco mulheres: Maalá, Noa, Tirza, Hogla e Milca. Todos os anos, elas repetem um antigo rito descrito na Profecia: o Ritual de Lapidote ou o Ritual da Chama. Este ritual consistia em acender uma tocha disposta em uma parte alta da rocha com um pesado arco de ferro. Aquela que conseguisse acender a tocha seria aclamada como a Herdeira.


O EXÉRCITO BRANCO




    Depois que a Herdeira se revela, a Ordem passa a exercer a função de principal força militar ligada diretamente à Herdeira, iniciando uma convocação e um treinamento intensivos, onde não apenas mulheres, mas homens também seriam aceitos para formarem o Exército Branco. No decorrer da história outros nomes de destaque são incorporados à Ordem, como: Hadassa, Rute e Rebeca.


O RESGATE DE JAEL




    No Livro 1, o maior destaque da Ordem foi organizar o resgate de Jael, presa em Babilos. O trabalho em conjunto, com o apoio dos queneus, mostrou as habilidades estrategistas que elas possuíam para invadir lugares fortemente armados e ainda exercer uma fuga furtiva e de sucesso.


NOA




    Noa, que a princípio se torna a comandante da Ordem Branca, passa esse título para Maalá, a mais velha e experiente. Ela abdica para acompanhar Barak em sua missão na busca do Cetro de Luz. O cargo de comandante da Ordem lhe é restituído ao voltar.


A ARMADURA INVISÍVEL




    Ao final, vemos a Ordem se agregando novamente ao Templo e se tornando um braço militar de sacerdotes e sacerdotisas treinados em uma nova técnica: A Armadura Invisível (que será tema de uma outra postagem).

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